Acreditar em seu potencial

Sidney Jorge • 20 de outubro de 2022

Acreditar em seu potencial

“Desistir ou não desistir... Macarrão ou não macarrão... Você está muito preocupado com o que foi ou com o que será. Diz o ditado: O ontem é história. O amanhã é um mistério. Mas o hoje é uma dádiva, é por isso que se chama presente. ” Essa é a fala do “mestre Oogway”, representado pela velha tartaruga no filme “Kung Fu Panda”.  Interessante como passamos a considerar o mundo ao nosso redor, com maior percepção, quando estudamos as questões relativas à consciência.


Assistindo ao filme “Kung Fu Panda” pela enésima vez, algumas cenas não puderam passar despercebidas. A concepção da Paz interior (fator importante para a contemplação do mais alto nível de consciência anterior à iluminação) perpassa os três filmes da saga. Os vilões são frequentemente representados por personagens inquietas que se perdem no espírito de vingança, onde podemos notar: VERGONHA, MEDO, RAIVA, CULPA, ORGULHO, DESEJO.... Mas a reflexão do “mestre Oogway” no momento em que o panda “Po” pensava sobre a vida, sentado embaixo do pessegueiro, é memorável. “Po” estava chateado diante a possibilidade de efetivar a missão do “dragão guerreiro”. O dragão guerreiro já existia nele, precisava apenas atualizar, “Oogway” via, mas, “Po” e “mestre Shifu” não viam e nem aceitavam essa possibilidade, aliás, ninguém acreditava, nem os “cinco furiosos” representados por uma tigresa, um louva a deus, uma serpente, um macaco e uma garça. O panda queria desistir, descer ao vale e retornar ao macarrão na venda do pai. No fundo, ele sempre amou Kung Fu, demostrou muita CORAGEM para assistir a cerimônia de escolha do novo “dragão guerreiro”, e olha que ele enfrentou uma escada gigantesca rumo ao templo, mas, naquele momento, demonstrava estar preocupado com o passado, ansioso e descrente com o futuro. O posicionamento de “Oogway” para o “Po” e “Shifu” foi um divisor de águas, foi o desencadear do fator CORAGEM, subir ou descer, continuar ou desistir, SER ou não SER, voltar às frequências baixas ou buscar ascender, romper com o nível da CORAGEM para cima. A decisão viria manifestar o que "Po" tinha de melhor em si mesmo: a essência do Kung Fu, podendo ir ao mais alto nível, necessitava apenas praticar, dar o primeiro passo. “O ontem é história. O amanhã é um mistério. Mas o hoje é uma dádiva, é por isso que se chama presente.”


Universo, o que apenas eu sei e ninguém mais sabe e, que se eu soubesse, visse e aceitasse faria uma grande diferença em minha vida e na vida de outras pessoas? O que é Universo? Qual o melhor caminho para seguir rumo aos mais altos níveis de consciência? COMO PODE MELHORAR? O que eu devo deixar ir? O que eu devo desconstruir, deixar no passado para experimentar plenamente o PRESENTE? Quais preocupações e ansiedades produzo em relação ao futuro que uso para justificar a negação do meu melhor, deixando de absorver e saborear intensamente o PRESENTE construindo possibilidades e realidades melhores? Qual passo devo dar para chegar à CORAGEM e depois continuar nos níveis de consciência acima dela? O que me motiva com alegria, facilidade e glória para subir a mais extensa escada e encontrar o templo das mais prósperas e significativas possibilidades e realidades para mim e, consequentemente, para os outros?


Os três filmes trazem inúmeras referências que podem, tranquilamente, ser associadas, analogicamente, aos níveis de consciência de forma objetiva e divertida. Vale tornar a assisti-los só ou com a família, buscando ressaltar as falas, comportamentos e atitudes que nos remetam as informações sobre a frequência vibracional. Apenas sobre o primeiro, daria para escrever muito mais. No segundo, é interessante que “Po”, ao atingir a PAZ interior, consegue devolver ao personagem representado pelo pavão, as bombas de canhões direcionadas a ele. É meio que: A QUEM PERTENCE ISSO? DEVOLVO AO REMENTENTE COM CONSCIÊNCIA ANEXADA! Não tenho dúvidas que já percebe-se, com profundidade, o significado de buscar, de alcançar a PAZ interior. É o desejo para todo mundo! PAZ! Viver a ALEGRIA de encontrar, aceitar e realizar o propósito de seu SER na construção do BEM! 

Por Sidney Jorge 25 de fevereiro de 2026
É importante ressaltar as referências cronológicas que contextualizam a origem desta reflexão. O ano é 2026, o mês é fevereiro, o dia 14, e a hora é relativa, dependendo das rotações da Terra; uma hora lá e outra aqui. O local: Milão-Cortina, Itália.
Por Cláudia Chaves 20 de fevereiro de 2026
Final de ano e início do outro, normalmente, é um período chuvoso. Todos os anos os jornais noticiam alagamentos, deslize de encostas, buracos no asfalto provenientes do grande volume de água. Tornou-se hábito olhar a previsão do tempo...
Por Cláudia Chaves 10 de fevereiro de 2026
Sou da geração que assistiu aos Jetsons e acreditava que no distante ano 2000, tudo seria robotizado...
Por Sidney Jorge 23 de janeiro de 2026
Bom dia! O sol já esbarra na fecunda e culta serra, Lento, marca e lembra que é, que será e que já foi,...
Por Sidney Jorge 1 de janeiro de 2026
Uma breve conversa com o Chiquim
Por João Victor Chaves Martins Jorge e Sidney Jorge 26 de novembro de 2025
Tudo começou quando olhei o maquinário na oficina. Logo surgiu a ideia de construir uma máquina do tempo. O conhecimento, as ferramentas, os equipamentos eletrônicos, a luz de mecânica quântica...
Por Sidney Jorge 19 de novembro de 2025
Na jornada, partilhamos companhias que podem fazer a diferença na construção de uma vida muito mais feliz. E você, que tipo de companhia que você é?
Por Sidney Jorge 13 de novembro de 2025
Conheço um lugar onde o largo sorriso é completo. Onde não há dúvidas de que o errado jamais é o certo...
Por Sidney Jorge 29 de outubro de 2025
Um breve relato da posse das Acadêmicas Carla Lima Abreu Cruz e Cláudia Chaves Martins Jorge na Academia BArbacenense de Letras.
refl
Por Sidney Jorge 22 de outubro de 2025
Investir em ampliar o nível de consciência significa resgatar a profundidade do humano e do divino que habita em nos.